sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
2 coisas sobre o meu aniversário que eu quero que fiquem bem claras:
1 coisa: Se vc não me deu os parabéns no dia não venha com a desculpa: "Háaa eu não sabia que era dia 16" até o cachorro ali da rua tava sabendo, o orkut avisa, o facebook avisa, um monte de gente comenta, então use sua criatividade pq essa aí não cola e me mata de raiva.
2 coisa: Se por algum acaso tiver alguma comemoração não se sinta obrigado a ir de maneira nenhuma, pq se for para ir e fica com cara de quem comeu e não gostou, sendo que fez a desfeita de não aceitar nada, por favor, me poupe disso.
1 coisa: Se vc não me deu os parabéns no dia não venha com a desculpa: "Háaa eu não sabia que era dia 16" até o cachorro ali da rua tava sabendo, o orkut avisa, o facebook avisa, um monte de gente comenta, então use sua criatividade pq essa aí não cola e me mata de raiva.
2 coisa: Se por algum acaso tiver alguma comemoração não se sinta obrigado a ir de maneira nenhuma, pq se for para ir e fica com cara de quem comeu e não gostou, sendo que fez a desfeita de não aceitar nada, por favor, me poupe disso.
domingo, 20 de novembro de 2011
"Vou Seguindo Sem Parar
Nesta Louca Estrada
O Meu Destino Não Tem Nada a Mais
Que Uma Carona Nesse Mundo a Mil
Vejo Tudo Passar Num Segundo
E a Vida Começa
E Recomeça a Cada Lance Legal
Você Pintar Nessa Carona
Você Pintar Nessa Carona
Você Pintar Nessa Carona
Você Pintar Nessa Carona
Refrão:
Carona
A Gente Pega e
Não Escolhe Onde Vai Parar
Parando
às Vezes Se Aprende
O Quanto Se Pode Andar" Cidadão Quem.
Nesta Louca Estrada
O Meu Destino Não Tem Nada a Mais
Que Uma Carona Nesse Mundo a Mil
Vejo Tudo Passar Num Segundo
E a Vida Começa
E Recomeça a Cada Lance Legal
Você Pintar Nessa Carona
Você Pintar Nessa Carona
Você Pintar Nessa Carona
Você Pintar Nessa Carona
Refrão:
Carona
A Gente Pega e
Não Escolhe Onde Vai Parar
Parando
às Vezes Se Aprende
O Quanto Se Pode Andar" Cidadão Quem.
Está tudo planejado: se amanhã o dia for cinzento, se houver chuva ou se houver vento, se eu estiver cansado dessa antiga melancolia cinza fria sobre as coisas conhecidas pela casa a mesa posta e gasta está tudo planejado apago as luzes, no escuro e abro o gás de-fi-ni-ti-va-men-te ou então visto minhas calças vermelhas e procuro uma festa onde possa dançar rock até cair. Caio Fernando Abreu
"O preço que se paga às vezes é alto demais
É alta madrugada, já é tarde demais
Pra pedir perdão...Pra fingir que não foi mal
Uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
"sempre em frente" foi o conselho que ela me deu
Sem me avisar que iria ficar pra trás
E agora eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez (2x)
Pensei que era liberdade
Mas, na verdade, eram as grades da prisão
O preço que se paga às vezes é alto demais
É alta madrugada, já é tarde demais
Mais uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
É a última janela iluminada
Nada de anormal...Amanhã ela vai voltar
Enquanto isso eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez (2x)
Pensei que era liberdade
Mas, na verdade, me enganei outra vez
Eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez (3x)
Pensei que era liberdade
Mas, na verdade, era só solidão"
É alta madrugada, já é tarde demais
Pra pedir perdão...Pra fingir que não foi mal
Uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
"sempre em frente" foi o conselho que ela me deu
Sem me avisar que iria ficar pra trás
E agora eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez (2x)
Pensei que era liberdade
Mas, na verdade, eram as grades da prisão
O preço que se paga às vezes é alto demais
É alta madrugada, já é tarde demais
Mais uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
É a última janela iluminada
Nada de anormal...Amanhã ela vai voltar
Enquanto isso eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez (2x)
Pensei que era liberdade
Mas, na verdade, me enganei outra vez
Eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez (3x)
Pensei que era liberdade
Mas, na verdade, era só solidão"
"O amor não pune, perdoa.
Todo mundo comete erros.
Todo mundo machuca e desaponta seu parceiro em algum momento.
Todos somos, em algumas situações, insuportáveis e chatos.
Uma das duas coisas acontecem então:
ou desenvolvemos a capacidade de esquecer e continuar
ou acumulamos ressentimento gradualmente."
Connel Cowan
Todo mundo comete erros.
Todo mundo machuca e desaponta seu parceiro em algum momento.
Todos somos, em algumas situações, insuportáveis e chatos.
Uma das duas coisas acontecem então:
ou desenvolvemos a capacidade de esquecer e continuar
ou acumulamos ressentimento gradualmente."
Connel Cowan
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
daqui uma hora:
" Estou fazendo aniversário. Consegui viver mais 365 dias. Dias pares e dias ímpares, dias solteiros e dias casados. Foram 365 dias marcados num calendário que só tem o hoje. Mas foram 365 hojes.
Tem gente que se esconde no dia do aniversário. Não atende nem telefone. Pelo menos, essa atitude é econômica para os amigos: não é preciso comprar presentes. Outros fingem que se esquecem do próprio aniversário. Você chega, dá os parabéns e o cara se faz de desentendido: Ah, sim... obrigado. Eu nem estava me lembrando.
Não lembrar do aniversário é esquecer que nasceu. Eu prefiro lembrar. Pode parecer piegas, mas eu curto os meus aniversários. Gosto de receber os parabéns, adoro os abraços, os beijos, os e-mails, os telefonemas, as mensagens... É todo mundo sabendo que ainda estou por aqui e por aí.
Costumo dar presente pra mim mesmo neste dia: uma roupinha melhor, um perfume mais caro, um bom vinho... Meus amigos me chegam com pacotes e embrulhinhos coloridos. E lá vem disco, livro, camisa, meias (vários pares!), carteira (umas cinco... não tenho tanto dinheiro assim), pijama... Já me deram até uma pipoqueira usada. Não faz mal, lembraram-se de mim. E coloco todos os presentes em cima da minha cama... todo mundo faz isso. É brega, mas não é briga. Sei que ninguém vai entrar lá pra ver os meus presentes em cima da minha cama. Sei que minha exposição ficará aberta para a visitação pública de mim mesmo. No fim do dia, recolho todos e vou guardando um por um, com um sorriso que sabe misturar alegria, esperança e solidão.
Sinto o cheiro da infância voltando e deixo o meu coração seguir o ritmo feliz de um coral improvisado dentro de mim, cantando o parabéns pra você. E vou dormir em paz. Por isso comemoro os aniversários que faço. Eles me garantem as realizações do meu ainda. Vou abrindo os meus dias do novo ano que começo a viver. Manhãs embrulhadas em cores e laços que devo desatar logo que me levanto. Cheirinho bom do novo, da chance de sempre recomeçar, de não cometer os mesmos erros, apesar de eu ser tão errado.
Cada dia do novo ano da minha nova idade é perdão e oportunidade que a vida me oferece, é confiança que ela me deposita: Vai, filho, você tem mais uma chance de ser melhor. E lá vou eu, consertando, atrapalhando, consertando outra vez... E lá venho eu, arrumando, bagunçando, arrumando outra vez... Pêndulo de carne, osso, sangue e alguma coisa além do farelo que fica no túmulo. Sou eu nascendo, morrendo e renascendo. Fênix cambeta, que escreve com sua própria pena a respeito de suas penas e das penas dos outros.
É meu aniversário. Não conto os dias, pois detesto matemáticas irredutíveis. Procuro vivê-los como criança quando vê mágica. Acho que é isso o que me faz tirar coelhos de cartolas vazias." José Antônio Resende UFSJ
" Estou fazendo aniversário. Consegui viver mais 365 dias. Dias pares e dias ímpares, dias solteiros e dias casados. Foram 365 dias marcados num calendário que só tem o hoje. Mas foram 365 hojes.
Tem gente que se esconde no dia do aniversário. Não atende nem telefone. Pelo menos, essa atitude é econômica para os amigos: não é preciso comprar presentes. Outros fingem que se esquecem do próprio aniversário. Você chega, dá os parabéns e o cara se faz de desentendido: Ah, sim... obrigado. Eu nem estava me lembrando.
Não lembrar do aniversário é esquecer que nasceu. Eu prefiro lembrar. Pode parecer piegas, mas eu curto os meus aniversários. Gosto de receber os parabéns, adoro os abraços, os beijos, os e-mails, os telefonemas, as mensagens... É todo mundo sabendo que ainda estou por aqui e por aí.
Costumo dar presente pra mim mesmo neste dia: uma roupinha melhor, um perfume mais caro, um bom vinho... Meus amigos me chegam com pacotes e embrulhinhos coloridos. E lá vem disco, livro, camisa, meias (vários pares!), carteira (umas cinco... não tenho tanto dinheiro assim), pijama... Já me deram até uma pipoqueira usada. Não faz mal, lembraram-se de mim. E coloco todos os presentes em cima da minha cama... todo mundo faz isso. É brega, mas não é briga. Sei que ninguém vai entrar lá pra ver os meus presentes em cima da minha cama. Sei que minha exposição ficará aberta para a visitação pública de mim mesmo. No fim do dia, recolho todos e vou guardando um por um, com um sorriso que sabe misturar alegria, esperança e solidão.
Sinto o cheiro da infância voltando e deixo o meu coração seguir o ritmo feliz de um coral improvisado dentro de mim, cantando o parabéns pra você. E vou dormir em paz. Por isso comemoro os aniversários que faço. Eles me garantem as realizações do meu ainda. Vou abrindo os meus dias do novo ano que começo a viver. Manhãs embrulhadas em cores e laços que devo desatar logo que me levanto. Cheirinho bom do novo, da chance de sempre recomeçar, de não cometer os mesmos erros, apesar de eu ser tão errado.
Cada dia do novo ano da minha nova idade é perdão e oportunidade que a vida me oferece, é confiança que ela me deposita: Vai, filho, você tem mais uma chance de ser melhor. E lá vou eu, consertando, atrapalhando, consertando outra vez... E lá venho eu, arrumando, bagunçando, arrumando outra vez... Pêndulo de carne, osso, sangue e alguma coisa além do farelo que fica no túmulo. Sou eu nascendo, morrendo e renascendo. Fênix cambeta, que escreve com sua própria pena a respeito de suas penas e das penas dos outros.
É meu aniversário. Não conto os dias, pois detesto matemáticas irredutíveis. Procuro vivê-los como criança quando vê mágica. Acho que é isso o que me faz tirar coelhos de cartolas vazias." José Antônio Resende UFSJ
sábado, 12 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
"Ao final de um dia, a fé se torna uma coisa engraçada. Ela aparece quando você menos espera. É como se, um dia qualquer, você percebesse que o conto de fadas é um pouco diferente do seu sonho. O castelo pode não ser bem um castelo. E que não é tão importante ter um "felizes para sempre" e sim um "felizes nesse exato momento". E, uma vez ou outra, as pessoas podem até de deixar sem fôlego..."
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
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